quinta-feira, 29 de outubro de 2015
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Atividade 4.3
Leitura e Reflexão sobre Mídia
Sabemos
que atualmente as mídias estão presentes não só na escola como em
vários ambientes, por isso é importante que a escola saiba mediar o
conhecimento do aluno fazendo uso eficaz de vários recursos
tecnológicos, dependendo do assunto e das circunstâncias oferecidas
nesse meio.
Quando
estava em sala de aula trabalhando Língua portuguesa e literatura
passei um filme aos meus alunos com o título “Um amor para
recordar”, fazendo uso da TV e do DVD. Lembro que foi maravilhoso,
os alunos desenvolveram produções belíssimas, e pudemos fazer um
paralelo do Romantismo literário da época expresso na Literatura
com o Romantismo vivido pelas pessoas. Enfim trabalhamos vocabulário,
Literatura e produção textual.
O que
pude concluir através de minhas reflexões é que mesmo dispondo de
poucos recursos na escola podemos fazer grandes proezas com os nossos
educandos basta que nos coloquemos no lugar deles e busquemos
melhorar nossas ações pedagógicas.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
ATIVIDADE 4.2
NAVEGANDO POR OUTRAS MÍDIAS
Visitando o Portal do
professor pode-se perceber a infinidade de recursos e aulas que o
mesmo disponibiliza aos professores e usuários que acessam o site.
Além disso, possui links que remetem a outros sites bastante
interessantes como O Banco Internacional de Objetos Educacionais,
disponjível em: http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/
As aulas que estão
disponíveis no Portal são muito ricas de conhecimento e bem dinâmicas.
Ideais para aqueles professores e alunos que gostam da inovação e
criatividade.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
ATIVIDADE 4.1
As
tecnologias atualmente estão em toda parte, o auge da sociedade
mundial atual está centrado nos recursos tecnológicos, daí a
necessidade do professor ficar atento a essa nova realidade e
procurar incluir , ou melhor, juntar tecnologia e aprendizagem a fim
de melhorar a sua prática pedagógica, pois, caso contrário, poderá
ficar à margem da sociedade e seus alunos meros expectadores desse
novo cenário, e não é isso que se espera da educação nos dias de
hoje.
Após
observar os vídeos pode-se concluir que as estratégias de ensino
podem ser diferentes, mas se o professor conseguir alcançar o
objetivo desejado que é a aprendizagem do aluno já é um grande
passo que a educação pode alcançar.
Quando
estava em sala de aula lembro que desenvolvi um projeto com os alunos
acerca das cerâmicas de Itapecuru e teve um momento que eles tinham
que registrar a pesquisa feita então fizeram vídeos usando o
recurso que eles tinham no momento que era o celular, o resultado foi
belíssimo, pois cada grupo à sua maneira e criatividade criou o seu
próprio vídeo.
ATIVIDADE 3.6
Curso: Tecnologias
na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC – 2015.
Cursistas: Albertina
Linhares, Celine Azevedo, Deuzanira Montelo e Maria José Cordeiro
Atividade 3.6 –
Conceito de Currículo
O projeto aplicado
com os alunos da 3ª série do C E Wady Fiquene – CAIC, foi
desenvolvido de acordo com os conteúdos especificados no currículo
da escola, porém, na perspectiva do protagonismo do educando,
estimulando-o a buscar respostas utilizando diversas ferramentas,
desde o livro didático ao computador, realizando pesquisas na
Internet, digitando textos, criando apresentações de slides etc.
Nessa perspectiva, os alunos utilizaram os recursos de que a escola
dispões e que, na maioria das instituições escolares, ficam à
margem, sem uso ou sendo usados apenas, para serviços burocráticos.
Assim, sendo o
currículo um conjunto de experiências, vivências práticas das
atividades desenvolvidas na escola, o trabalho com projetos evidencia
a interdisciplinaridade, a cooperação e colaboração entre os
participantes, numa construção coletiva de saberes, fortalecendo
assim, a função social da escola, pois como afirma BORSA, (2007, p.
02),
é na escola que se
constrói parte da identidade de ser e pertencer ao mundo; nela
adquirem-se os modelos de aprendizagem, a aquisição de princípios
éticos e morais que permeiam a sociedade; na Escola depositam-se
expectativas, bem como as dúvidas, inseguranças e perspectivas em
relação ao futuro e às suas próprias potencialidades.
A sociedade atual
exige das escolas a formação do aluno participativo, reflexivo,
crítico e criativo capaz de operacionalizar as competências e as
habilidades adquiridas durante o processo de ensino-aprendizagem, no
entanto, sobretudo, diante dos avanços tecnológicos, por isso, a
escola, precisa tornar-se, efetivamente, um lugar onde todos,
professores, alunos e comunidade, compartilhem saberes, dialoguem,
pesquisem, enfim, construam e reconstruam saberes. Como aponta José
Gimeno Sacristán, da Universidade de Valência, na Espanha (In:
Revista Nova Escola, set. 2014. O
currículo deixa de ser um plano proposto quando é interpretado e
adotado pelos professores. Por isso, conhecer a proposta é
fundamental para que você compreenda o que pode mudar na sua vida
profissional e se posicionar.
Portanto,
é preciso que os professores conheçam os documentos que rezam sobre
a questão curricular, atentando para o fato de que nem os
Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), muito menos Diretrizes
Nacionais Curriculares, podem ter eficácia dentro das escolas, se os
mesmos não forem entendidos pela comunidade escolar. Além disso, é
preciso ter em mente que os documentos citados, são apenas sugestões
que servem para nortear o Projeto Político Pedagógico – PPP das
escolas, no qual devem ser feitas as devidas adaptações
curriculares. Para Louzano, apud Camilo (2014), os PCN
não explicitam o que o professor tem de ensinar nem o que os alunos
têm de aprender. Já as diretrizes foram pensadas para um contexto
em que o docente tivesse uma formação que o capacitasse para
adaptá-las à sua realidade, o que não ocorreu.
Nesse
contexto, o Ministério da Educação (MEC), no intuito de criar uma
base nacional comum dos currículos, um descritivo de conteúdos e
saberes necessários para cada ano e segmento da Educação Básica,
convocou pesquisadores, formadores de professores e representantes de
associações como a União Nacional dos Dirigentes Municipais de
Educação (Undime) e a Associação Nacional de Pós-Graduação e
Pesquisa em Educação (Anped). O próximo passo será a apresentação
de uma versão do documento aos secretários de Educação, que o
levarão aos professores da sua rede para que seja discutido.
Com
a base comum se cumprirá a meta 7 do Plano Nacional de Educação
(PNE) - fomentar a qualidade da Educação Básica, do fluxo escolar
e da aprendizagem. A lei determina que até junho de 2016 ela seja
encaminhada ao Conselho Nacional de Educação (CNE). Os professores,
segundo o MEC, poderão opinar por meio de uma plataforma digital,
ainda não disponível. (Revista
Nova Escola, set/2014).
O
documento será apenas o primeiro nível de concretização do
currículo, que se completa após o trabalho das redes estaduais ou
municipais e, posteriormente, de cada escola, com o projeto
político-pedagógico (PPP).
REFERÊNCIAS
CAMILO. Camila. Base nacional comum curricular: o que é isso? Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/base-nacional-comum-curricular-curriculo-ppp-mec-812097.shtml. Acesso em: 10/10/2015.
SILVA. T. T.
Documentos
de identidade: uma introdução às teorias de currículo.
Belo Horizonte: Autêntica, 1999. In: ROCHA, Arlindo
Nascimento CURRÍCULO ESCOLAR: Uma visão histórica da evolução do
conceito de Currículo Escolar. Disponível
em: http://www.webartigos.com/artigos/curriculo-escolar-uma-visao-historica-da-evolucao-do-conceito-de-curriculo-escolar/123546/#ixzz3nzyZQUcd.
Acesso em: 08/01/2015.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Atividade 3.5
CURSO TIC
2015
Atividade
3.5 – Desenvolvimento de Projeto
Cursistas:
Albertina Linhares, Celine Azevedo, Deuzanira Montelo, Maria José
Cordeiro
TEMA:
Auto da Barca do Inferno ( Gil Vicente)
O
presente projeto está distribuído em 05 etapas, portanto nesse
primeiro momento foi feita a apresentação para a professora e
alunos em sala de aula. Todos gostaram da ideia e se dispuseram a
contribuir no desenvolvimento do mesmo. Como a turma é bem pequena,
possui cerca de 20 alunos ficou bem fácil de fazer a divisão das
equipes, formando apenas três grupos.
As
tecnologias e mídias a serem utilizadas previstas no projeto são:
computador, internet, celular, câmera digital, livro digital,
pesquisa no site de Portal de Domínio de Público, livro didático,
projetor multimídia, pen drive, caixa de som e microfone.
Até o
momento as tecnologias usadas foram o celular para registro das fotos
dos alunos, professora e multiplicadores, internet para fazer a
pesquisa sobre a biografia de Gil Vicente no Portal de Domínio
Público que já vem disponível na própria interface do Sistema
Operacional Linux Educacional 5.0 e baixar a obra no computador para
que os alunos em duplas façam a leitura.
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Atividade 3.4
Curso TIC 2015
Atividade 3.4 – Temas de Projetos
Cursistas: Albertina Linhares, Celine
Azevedo, Deuzanira Montelo e Maria José Cordeiro
PLANO DE PROJETO A SER DESENVOLVIDO EM SALA DE AULA
AUTO DA BARCA
DO INFERNO
1.
TEMA:
Gil Vicente e
o Teatro Português. Humanismo Literário e as Alegorias. Recursos Linguísticos e
Cênicos. Antropocentrismo. Hieronymus Bosch e a Intertextualidade.
2. ÁREA DO CONHECIMENTO: Literatura
3.
PÚBLICO ALVO: Ensino
Médio
4.
CONTEÚDOS:
- Gil Vicente e o Teatro Português.
- Humanismo Literário e as Alegorias.
- Recursos Linguísticos e Cênicos.
- Antropocentrismo.
- Hieronymus Bosch e a Intertextualidade.
5. PALAVRAS-CHAVE: literatura, Hieronymus Bosch, Ensino Médio, Contexto Histórico, auto da barca do inferno, alegorias.
6.
OBJETIVOS:
- Reconhecer Gil Vicente como criador do teatro português e como um crítico a querer moralizar a sociedade de seu tempo.
- Reconhecer, na sociedade contemporânea, a atualidade de temas trabalhados em Auto da barca do inferno.
- Compreender que a alegoria presente em Auto da barca do inferno é um recurso linguístico para representação de ideias abstratas por meio de situações concretas.
7.
METODOLOGIA
1ª Etapa:
INTRODUÇÃO AO CONTEXTO HISTÓRICO DO HUMANISMO
·
Apresente
a pintura de Hieronymus Bosch Cristo carregando a cruz e solicite aos alunos
que observem três aspectos:
- Religiosidade
- Caracterização das personagens
- Oposição entre claro e escuro
·
Chame a
atenção para a figura de Cristo, sereno, carregando a cruz e as feições das
outras personagens. Em seguida, proponha as questões:
- Pode-se dizer que as personagens foram retratadas em estilo caricatural?
- Por meio da representação das figuras, que traços podem ser relevantes para a caracterização da sociedade da época?
- Em que medida o jogo entre claro e escuro pode ser relacionado ao período de transição entre Teocentrismo e Antropocentrismo, as duas concepções de mundo vigentes na época?
· Comente
com os alunos que Hieronymus Bosch foi um pintor holandês contemporâneo de Gil
Vicente, e que muitos dos seus trabalhos retratam cenas de pecado e tentação,
recorrendo à utilização de figuras simbólicas, complexas, originais,
imaginativas e caricaturais, como as representadas no quadro.
·
Proponha
para o grupo, como fechamento desta etapa, a questão para discussão: Gil
Vicente, assim como Bosch, acentua traços de determinadas personagens para
melhor caracterizá-las. Com que objetivos fazia isso?
2ª Etapa: INTRODUÇÃO À OBRA DE GIL VICENTE: PESQUISA
·
Solicite
aos alunos que pesquisem sobre a vida e a obra de Gil Vicente nos links
sugeridos no item 3 do “Para organizar o seu trabalho”. Nessa pesquisa, devem
ser levantados:
- Dados biográficos
- Principais obras do autor
- Peça para que os alunos exponham em sala de aula as informações sobre os dados levantados.
3ª Etapa: LEITURA
DA OBRA
·
Além das
pesquisas realizadas pelos alunos, comente que Auto da barca do inferno faz
parte da trilogia das barcas: Auto da Barca do Inferno (1517) Auto da Barca do Purgatório
(1518) Auto da Barca da Glória (1519), e que Gil Vicente escreveu as três peças
para mostrar a crise moral que se abatia sobre todas as classes sociais de seu
tempo.
·
Acesse a
obra no site do domínio público (indicado em “Para organizar seu trabalho”) e
faça uma primeira leitura interpretando o texto para os alunos e tirando todas
as dúvidas que possam surgir em relação ao vocabulário utilizado pelas
personagens. Reserve duas aulas para essa atividade.
·
Reserve
mais uma aula para explicar de que maneira Gil Vicente utiliza-se da alegoria
para representar ideias abstratas (no item 8 de “Para organizar seu trabalho”,
você encontra uma boa explicação sobre esse recurso linguístico). Nesse
momento, não se esqueça de mostrar as alegorias com exemplos extraídos do
livro.
·
Após a
leitura, proponha as seguintes questões para discussão: Na época de Gil
Vicente, havia a famosa expressão latina “ridendo castigat mores” (rindo,
castigam-se os costumes). Ela pode aplicada à peça de Gil Vicente? Por quê?
·
Essa mesma
expressão também pode ser aplicada hoje em dia para algumas sátiras (críticas
bem humoradas) a que se fazem a atitudes de determinadas pessoas? Que exemplos
podem ser mostrados?
4ª Etapa: ATIVIDADES
·
Divida a
classe em grupos e solicite que cada um dos alunos escolha uma personagem de
Gil Vicente para encenar. Organize espaços na escola para o ensaio da peça.
·
Cuide
para que a apresentação seja estruturada segundo os critérios selecionados para
a auto avaliação, explicitados a seguir.
·
Marque um
dia para a apresentação na escola.
5ª Etapa: AUTO AVALIAÇÃO
·
Prepare
uma ficha com critérios de avaliação para que os alunos tenham a oportunidade
de refletir sobre o próprio desempenho na peça.
·
É
importante que nos itens da auto avaliação constem os seguintes tópicos, que
devem estar presentes na organização da peça, mencionados anteriormente:
1. Tema
• Informações, quantidade, qualidade, seleção (estão bem informados sobre o tema? A pesquisa feita pelos alunos apresentou qualidade? Eles souberam selecionar as informações?)
• Fontes
(a pesquisa foi realizada em fontes confiáveis? Os alunos consultaram outras
fontes importantes além daquelas sugeridas pelo professor?)
2. Desenvolvimento das cenas
2. Desenvolvimento das cenas
• organização e sequência das cenas (as cenas estavam bem organizadas e sequenciadas?)
3. Linguagem
• apropriação do vocabulário e do modo de se expressar das personagens (a linguagem estava bem caracterizada? os personagens se expressaram adequadamente por meio dela? houve entendimento por parte do público?)
4. Postura
• Uso
do espaço cênico (houve adequada movimentação dos atores em cena? Souberam
utilizar o palco? Souberam improvisar quando algum detalhe foi esquecido?)
• Relação
com a plateia (os alunos tiveram empatia com o público?)
• adequação
aos papéis desempenhados pelos atores
5. Recursos cênicos
5. Recursos cênicos
• Utilização adequada da indumentária e dos símbolos utilizados (as personagens estavam bem caracterizadas em relação ao figurino? Os símbolos utilizados desempenharam função esclarecedora na peça com vistas a representarem as classes sociais mostradas por Gil Vicente?)
6. Adequação ao gênero “teatro popular”
• A
peça encenada pelos alunos obedeceu ao gênero do teatro popular de Gil Vicente,
ou seja, apresentou tipos que reúnem as características da classe social a que
pertencem?
8. RECURSOS E MÍDIAS A SEREM UTILIZADOS
·
Computador
com internet para:
- Pesquisas acerca dos conteúdos estudados;
- Pesquisas no site Domínio Público sobre a Biografia e Obras de Gil Vicente
- Digitação de textos;
- Criação de slides, etc.
- Livro didático
- Paradidáticos
- Projetor Multimídia
- Pen drive
- Caixa de som e microfone
9.
MATERIAL
DE APOIO
Os materiais
de apoio são vídeos e objetos multimídia que auxiliam o educador a aplicar o
Plano de Aula. Este material é disponibilizado gratuitamente e serve como um
complemento para as aulas ou um meio de chamar ainda mais a atenção do aluno
para o tema. O material de apoio, abaixo descrito, pode ser encontrado no site www.neteducacao.com.br.
1. Leia a íntegra da peça Auto da Barca
do Inferno.
2. Assista ao filme Auto da Barca do Inferno, baseado na obra.
3. Sobre Gil Vicente, acesse: - Biografia Gil Vicente - Classificação das obras de Gil Vicente
4. Consulte também: - Auto da Barca do Inferno
5. Clique aqui e saiba mais sobre o Humanismo.
6. Consulte sobre Hieronymus Bosch.
7. Veja explicações sobre o Antropocentrismo.
8. Consulte as características do teatro vicentino.
2. Assista ao filme Auto da Barca do Inferno, baseado na obra.
3. Sobre Gil Vicente, acesse: - Biografia Gil Vicente - Classificação das obras de Gil Vicente
4. Consulte também: - Auto da Barca do Inferno
5. Clique aqui e saiba mais sobre o Humanismo.
6. Consulte sobre Hieronymus Bosch.
7. Veja explicações sobre o Antropocentrismo.
8. Consulte as características do teatro vicentino.
REFERÊNCIAS
AUTO
DA BARCA DO INFERNO. Disponível em: http://neteducacao.com.br/experiencias-educativas/ensino-medio/literatura/auto-da-barca-do-inferno. Acesso em:
15/09/2015.
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