terça-feira, 4 de outubro de 2016
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Atividade 4.6
Cursistas: Celine Maria de
Sousa Azevedo, Albertina B. Linhares Barbosa, Deuzanira dos Santos Montelo, Mª
José Cordeiro de Sousa
Atividade
4.6 – Relato Multimídia do Projeto Pedagógico
O
projeto O Auto da Barca do Inferno, última atividade realizada com os alunos,
com o objetivo de inserir as mídias e tecnologias no contexto de sala de aula,
especificamente, nas aulas de Literatura, propôs aos discentes, atividades que
objetivaram, além do estudo da Obra de Gil Vicente, o empenho dos alunos, na
busca por novos conhecimentos acerca do autor e da obra, em visitas a portais
como o Domínio Público, Wikipédia, dentre outras, a fim de que os mesmos
pudessem visualizar diversas formas de buscar informações.
Na
perspectiva de incentivar o protagonismo do educando, foram designadas algumas
atividades dinâmicas, como a dramatização, a criação de vídeos e/ou slides, bem
como, a formação de grupos de trabalho, dando-lhes a possibilidade de atuar
junto aos seus pares, como coordenadores de equipe, parceiros da aprendizagem,
o que viabilizou, também, a vivência do grupo, extraclasse, a experiência de
construir o seu próprio aprendizado a partir do outro.
Dessa
forma, o projeto foi elaborado contendo 5 etapas, sendo que em cada uma delas,
os alunos conheceram mais sobre o autor e a obra, bem como, discutiram questões
sobre o tempo histórico, o gênero literário e as possíveis relações do passado
com o presente, das crenças e costumes, do ontem e do hoje. Em seguida, produziram pequenos textos com as
suas impressões sobre o conteúdo abordado. Foram momentos de troca de
informações e de aprendizagem colaborativa, onde alunos e professora puderam
compartilhar saberes.
A
quinta e última etapa, de encenação da obra ‘O Auto da Barca do Inferno”, anda
não foi realizada, tendo em vista que no período que deveria ser de ensaio e
apresentação, os alunos estavam reforçando os estudos para o ENEM. Assim sendo,
esta etapa será apresentada posteriormente. Esperamos que os alunos sejam
bastante criativos e que em breve, possamos compartilhar neste Blog, os
resultados de suas produções.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Atividade 4.3
Leitura e Reflexão sobre Mídia
Sabemos
que atualmente as mídias estão presentes não só na escola como em
vários ambientes, por isso é importante que a escola saiba mediar o
conhecimento do aluno fazendo uso eficaz de vários recursos
tecnológicos, dependendo do assunto e das circunstâncias oferecidas
nesse meio.
Quando
estava em sala de aula trabalhando Língua portuguesa e literatura
passei um filme aos meus alunos com o título “Um amor para
recordar”, fazendo uso da TV e do DVD. Lembro que foi maravilhoso,
os alunos desenvolveram produções belíssimas, e pudemos fazer um
paralelo do Romantismo literário da época expresso na Literatura
com o Romantismo vivido pelas pessoas. Enfim trabalhamos vocabulário,
Literatura e produção textual.
O que
pude concluir através de minhas reflexões é que mesmo dispondo de
poucos recursos na escola podemos fazer grandes proezas com os nossos
educandos basta que nos coloquemos no lugar deles e busquemos
melhorar nossas ações pedagógicas.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
ATIVIDADE 4.2
NAVEGANDO POR OUTRAS MÍDIAS
Visitando o Portal do
professor pode-se perceber a infinidade de recursos e aulas que o
mesmo disponibiliza aos professores e usuários que acessam o site.
Além disso, possui links que remetem a outros sites bastante
interessantes como O Banco Internacional de Objetos Educacionais,
disponjível em: http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/
As aulas que estão
disponíveis no Portal são muito ricas de conhecimento e bem dinâmicas.
Ideais para aqueles professores e alunos que gostam da inovação e
criatividade.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
ATIVIDADE 4.1
As
tecnologias atualmente estão em toda parte, o auge da sociedade
mundial atual está centrado nos recursos tecnológicos, daí a
necessidade do professor ficar atento a essa nova realidade e
procurar incluir , ou melhor, juntar tecnologia e aprendizagem a fim
de melhorar a sua prática pedagógica, pois, caso contrário, poderá
ficar à margem da sociedade e seus alunos meros expectadores desse
novo cenário, e não é isso que se espera da educação nos dias de
hoje.
Após
observar os vídeos pode-se concluir que as estratégias de ensino
podem ser diferentes, mas se o professor conseguir alcançar o
objetivo desejado que é a aprendizagem do aluno já é um grande
passo que a educação pode alcançar.
Quando
estava em sala de aula lembro que desenvolvi um projeto com os alunos
acerca das cerâmicas de Itapecuru e teve um momento que eles tinham
que registrar a pesquisa feita então fizeram vídeos usando o
recurso que eles tinham no momento que era o celular, o resultado foi
belíssimo, pois cada grupo à sua maneira e criatividade criou o seu
próprio vídeo.
ATIVIDADE 3.6
Curso: Tecnologias
na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC – 2015.
Cursistas: Albertina
Linhares, Celine Azevedo, Deuzanira Montelo e Maria José Cordeiro
Atividade 3.6 –
Conceito de Currículo
O projeto aplicado
com os alunos da 3ª série do C E Wady Fiquene – CAIC, foi
desenvolvido de acordo com os conteúdos especificados no currículo
da escola, porém, na perspectiva do protagonismo do educando,
estimulando-o a buscar respostas utilizando diversas ferramentas,
desde o livro didático ao computador, realizando pesquisas na
Internet, digitando textos, criando apresentações de slides etc.
Nessa perspectiva, os alunos utilizaram os recursos de que a escola
dispões e que, na maioria das instituições escolares, ficam à
margem, sem uso ou sendo usados apenas, para serviços burocráticos.
Assim, sendo o
currículo um conjunto de experiências, vivências práticas das
atividades desenvolvidas na escola, o trabalho com projetos evidencia
a interdisciplinaridade, a cooperação e colaboração entre os
participantes, numa construção coletiva de saberes, fortalecendo
assim, a função social da escola, pois como afirma BORSA, (2007, p.
02),
é na escola que se
constrói parte da identidade de ser e pertencer ao mundo; nela
adquirem-se os modelos de aprendizagem, a aquisição de princípios
éticos e morais que permeiam a sociedade; na Escola depositam-se
expectativas, bem como as dúvidas, inseguranças e perspectivas em
relação ao futuro e às suas próprias potencialidades.
A sociedade atual
exige das escolas a formação do aluno participativo, reflexivo,
crítico e criativo capaz de operacionalizar as competências e as
habilidades adquiridas durante o processo de ensino-aprendizagem, no
entanto, sobretudo, diante dos avanços tecnológicos, por isso, a
escola, precisa tornar-se, efetivamente, um lugar onde todos,
professores, alunos e comunidade, compartilhem saberes, dialoguem,
pesquisem, enfim, construam e reconstruam saberes. Como aponta José
Gimeno Sacristán, da Universidade de Valência, na Espanha (In:
Revista Nova Escola, set. 2014. O
currículo deixa de ser um plano proposto quando é interpretado e
adotado pelos professores. Por isso, conhecer a proposta é
fundamental para que você compreenda o que pode mudar na sua vida
profissional e se posicionar.
Portanto,
é preciso que os professores conheçam os documentos que rezam sobre
a questão curricular, atentando para o fato de que nem os
Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), muito menos Diretrizes
Nacionais Curriculares, podem ter eficácia dentro das escolas, se os
mesmos não forem entendidos pela comunidade escolar. Além disso, é
preciso ter em mente que os documentos citados, são apenas sugestões
que servem para nortear o Projeto Político Pedagógico – PPP das
escolas, no qual devem ser feitas as devidas adaptações
curriculares. Para Louzano, apud Camilo (2014), os PCN
não explicitam o que o professor tem de ensinar nem o que os alunos
têm de aprender. Já as diretrizes foram pensadas para um contexto
em que o docente tivesse uma formação que o capacitasse para
adaptá-las à sua realidade, o que não ocorreu.
Nesse
contexto, o Ministério da Educação (MEC), no intuito de criar uma
base nacional comum dos currículos, um descritivo de conteúdos e
saberes necessários para cada ano e segmento da Educação Básica,
convocou pesquisadores, formadores de professores e representantes de
associações como a União Nacional dos Dirigentes Municipais de
Educação (Undime) e a Associação Nacional de Pós-Graduação e
Pesquisa em Educação (Anped). O próximo passo será a apresentação
de uma versão do documento aos secretários de Educação, que o
levarão aos professores da sua rede para que seja discutido.
Com
a base comum se cumprirá a meta 7 do Plano Nacional de Educação
(PNE) - fomentar a qualidade da Educação Básica, do fluxo escolar
e da aprendizagem. A lei determina que até junho de 2016 ela seja
encaminhada ao Conselho Nacional de Educação (CNE). Os professores,
segundo o MEC, poderão opinar por meio de uma plataforma digital,
ainda não disponível. (Revista
Nova Escola, set/2014).
O
documento será apenas o primeiro nível de concretização do
currículo, que se completa após o trabalho das redes estaduais ou
municipais e, posteriormente, de cada escola, com o projeto
político-pedagógico (PPP).
REFERÊNCIAS
CAMILO. Camila. Base nacional comum curricular: o que é isso? Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/base-nacional-comum-curricular-curriculo-ppp-mec-812097.shtml. Acesso em: 10/10/2015.
SILVA. T. T.
Documentos
de identidade: uma introdução às teorias de currículo.
Belo Horizonte: Autêntica, 1999. In: ROCHA, Arlindo
Nascimento CURRÍCULO ESCOLAR: Uma visão histórica da evolução do
conceito de Currículo Escolar. Disponível
em: http://www.webartigos.com/artigos/curriculo-escolar-uma-visao-historica-da-evolucao-do-conceito-de-curriculo-escolar/123546/#ixzz3nzyZQUcd.
Acesso em: 08/01/2015.
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